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Citânia de S. Julião

Os indícios levam-nos a crer que a Citânia de S. Julião terá sido habitada desde finais da Idade do Bronze, algures entre os séculos XI e IX A.C., tendo passado pelo período de romanização e chegado até à época medieval. Nesta estação, de dimensões consideráveis, são ainda visíveis vestígios de muralhas a norte e de uma acrópole a sul e a oeste.

Mas as ruínas de maior relevo são as da Idade do Ferro. Desse tempo são visíveis as linhas de muralha e vestígios de um torreão. As habitações circulares são também desse período.
A ocupação terá continuado até aos primeiros séculos da nossa era. É isso que nos indica a cerâmica romana aqui encontrada ao longo das campanhas de escavação.
Daqui muito espólio foi recolhido. O achado mais importante talvez tenha sido uma estátua de guerreiro, de grande qualidade artística. O significado da estátua é ainda discutido. Poderá representar um herói mítico ou um governador. A quantidade de artefatos em pedra dos inícios da ocupação da citânia foi surpreendente – mós de vai-vem, machados polidos, alisadores, lascas. Já os de metal são mais raros. Destacam-se dois punhais de bronze, uma espada em ferro, algumas moedas e alfinetes de cabelo.
O espólio aqui encontrado nas diversas campanhas de escavação está depositado em três museus de Braga: Museu Pio XII, Museu D. Diogo de Sousa e Museu do Seminário de Braga.

Horário

Acesso livre

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Idiomas

Português

Imagens

Citânia de S. Julião.JPGestátua guerreiro de s.julião.jpg